Quando o mundo desaba na nossa cabeça
E o chão, que era firme, decidi abrir, a gente aprende a respirar no escuro,
Mesmo sem saber para onde ir.
Bem devagar chega ela quietinha,
Senta ao meu lado,
pesa nos meus ombros,
e sussurra que eu não vou vencer.
E há dias em que a força falta,
o corpo pede para desistir
Sorrio quando não quero,
Engulo verdades que doem dizer,
Porque a batalha que a gente luta por dentro ninguém precisa ver.
Sou feita de abismos
que aprenderam a virar chão.
E de quedas profundas
que terminaram em superação.
Porque no fim,
Acho que as quedas, não são
contrário de caminhar,
Só um preço brutal de continuar
Olá, me chamo Anna Esther, sou graduanda em Pedagogia e encantada pelo universo infantil. Carrego comigo o amor pela música, pelos desenhos que ganham vida nas mãos das crianças e pela presença da Libras como ponte para uma educação inclusiva. Nos livros encontro histórias que acolhem, provocam e transformam; na poesia, encontro possibilidade, beleza…


Deixe um comentário