Almar é querer além do corpo sozinho
Alma que sente, sem tocar
Reconhecer a energia a exalar
Perfume mágico da flor no caminho.
Esteja sempre atento, já que,
Almar não tem um corpo específico
Para não deixar ser levado pelo vento
O colorido cheiro magnífico.
Na banalidade dos sentidos entorpecidos
Que toca o corpo e não sente a alma,
A superficialidade faz mais sentido
Que fechar os olhos pra “ver” com calma.
Quando Almar encontrar e reconhecer,
Num mundo onde a superficialidade impera
E encontrar-se em outra alma virou quimera
Cante, dance, viva para agradecer…
E sinta, não deixe despercebido passar
Pra tocar o corpo, requer sintir a alma
Ouvir suas cores, seu cheiro olhar…
Almar de forma plena, enfim, se misturar.


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