Nos sinais mais sutis
As palavras se escondem
Criando um santuário interior,
Fora, timidez disfarçada de destemor.
Notável acanhamento,
Em meio a grandes sentimentos
O controle é perdido
E a timidez oculta, volta a fazer sentido.
Com o surgimento da questão:
Sempre tão ousada,
Agora encabulada,
Sem ter reação?
Mulher forte, resiliente…
Hipervigilante, sempre prudente,
Deixando a fortaleza desprotegida
Sentinela repousa, muralha invadida.
Vulnerabilidade que vem à tona
Estabilidade te abandona
A mulher forte encolhe, fica pequenina, e no final…
Vence a frágil e doce menina.


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