Vento, sempre presente.
No sutil toque do invisível,
Toque intangível, porém existente
Sendo lógico, não seria impossível?
Vento, força sublime
Vai de leve brisa, a furacão
Acaricia a pele
Causa também destruição.
Vento misterioso que reina
Sem ele cria-se a fronteira
Entre a morte e a vida
Em sua ausência o amor, a dor, o ardor estão de partida.
Tem ar em teus pulmões, então,
Se respiras e teu caminho não é o desejado,
Pula de dentro pra fora
E deixa fluir teu verdadeiro sagrado.
Com coragem a pergunta é feita
Se o vento no teu silêncio dança,
Em ti não existe som?
Ou tu és uma sinfonia perfeita?


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