Ela não é doce, nem dengosa
Escreve tão bonito
É verso, é prosa
Se inspira no infinito
Começa pelos amores dispersos
Cai, tropeça
Se admira do universo
Respira, e tenta recomeçar
Escreve
Pára
Observa um ponto
Reconstrói muros em si
Escreve um conto
Reflete
Sorri
Lembra das aventuras da infância
Escreve com alegria
Se dá conta que quando criança
A cada nova brincadeira, uma dor desaparecia
Ela não e fortaleza
Não é sobriedade
Não é cheia de certezas
Nem repleta de verdades
Ela não é
Não se limita a ser
Deseja ser o que quiser
Sem precisar caber
Kathlyn Almeida


Deixe um comentário