No peito de um poeta arde um incêndio sem fim,
Uma chama inquieta que escreve dentro de si.
É dor que vira verso, é amor que vira som,
É caos transformado em algo belo e bom.
Intenso como o mar que beija a imensidão,
Profundo como o eco perdido na solidão,
Ele sente o mundo em cada respiração,
E sangra palavras na ponta da emoção.
Se ri, é tempestade de luz a reluzir,
Se chora, é universo prestes a ruir.
Nada é pequeno aos olhos de quem sente demais,
Cada instante explode em mil vendavais.
Carrega nos olhos histórias que não contou,
E nos versos revela tudo o que calou.
Ser poeta é viver num eterno ardor,
É morrer mil vezes… e renascer em amor.
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