CRÔNICA Goteiras
Imagina você chegar em casa, de um dia de trabalho intenso, corpo cansado, sentimento de apenas tomar banho e dormir, mas a sua casa está com o chão da sala todo molhada, você até pensa! Esqueci a janela aberta e choveu, e dará trabalho, só que não!
Olha de um lado e outro, nem vai lembrar que o conserto do telhado foi sanado a mais de 5 anos. E bem lembrado, era o telhado e telha solta!
São gotas e gotas e a pintura do teto toda avariada, o que fazer? Não se faz! Água empossada têm que descer, secar, escoar.
Você chega a desanimar, querendo tudo deixar para lá, goteira e piso molhado, muito molhado.
Separa baldes e coloca um pano para amenizar as gotas bruscas e o barulho do gotejar.
Tudo o que dá trabalho, são provas, desafios a cumprir. Ninguém quer ter o trabalho, se for será necessário.
Esperar o gotejar, ir trocando a água do balde, olhar o teto para ver se a goteira espalhou.
A goteira lembra a vida, vai se espalhando ou se fixa, faz lembrar que em tempestade a água vai descer. Não se tem o que fazer no agora.
Esperar!
Somos pessoas que não gostamos da tal espera, ela é necessária.
A goteira parece um crime, de quem é a culpa?
Como isso pode acontecer?
Cuide de suas goteiras, tenha o tempo para esperar! Tem decisões que são necessárias a espera.
Alessandra Oliveira
alessandradaso@gmail.com
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