Lucicleia sempre teve um contato especial com a literatura. Desde os primeiros livros na biblioteca da escola, como Dom Casmurro, até a retomada do hábito de leitura na vida adulta, ela encontrou na escrita e na curadoria de conteúdo uma forma de compartilhar experiências e memórias literárias. Criou a página @diarioliterariolu no Instagram, um espaço para dividir leituras e reflexões, inspirando outros leitores a descobrir o prazer da leitura.

1. Apresente-se.
Eu sou Lucicleia, gostava muito de ler livros de poesias na biblioteca da escola. Um dos primeiros livros que li foi Dom Casmurro. Após muito tempo, retornei ao hábito da leitura e criei a página @diarioliterariolu, um espaço para dividir com outras pessoas minhas leituras e ter um lugar para guardar minhas memórias sobre cada livro lido.
2. Como seria a sua biografia em três livros?
- Onde Meus Pés Não Tocaram (ainda)
- Entre Livros e Destinos
- A Mulher Que Sonhava Alto
3. Qual foi a leitura mais desafiadora que você já enfrentou – e valeu a pena? Por quê?
Verity foi uma leitura desafiadora porque cada novo capítulo trazia uma descoberta diferente, com temas sensíveis, em certos capítulos foi difícil continuar a leitura. Valeu a pena porque gosto muito de livros com thrillers psicológicos, suspense e mistério.
4. Você se considera uma formadora de leitores? Como lida com essa responsabilidade?
Sim, acho que cada pessoa que acessa meu perfil, vê meus posts e lê minhas resenhas sai dele inspirada a ler. Cada pessoa pode se identificar com algum conteúdo, já que abordo todos os gêneros. Minha maneira de lidar é escrever com respeito e clareza, para que cada seguidor se sinta à vontade para permanecer.
5. Qual personagem de livro te representa ou te inspira no momento atual da sua vida? Por quê?
Não é o momento atual da minha vida, mas me inspira muito a força, determinação e a escolha de se escolher da Lily Bloom, de É Assim que Começa.
6. Como o seu olhar sobre os livros mudou depois de começar a criar conteúdo sobre leitura?
Passei a perceber que podemos ter o mundo aos nossos pés e que cada livro traz uma lição enriquecedora. Também desenvolvi mais respeito e receptividade, principalmente em relação aos autores nacionais, com os quais passei a ter mais contato.
7. Qual clichê literário você ama — e qual não aguenta mais ver? Por quê?
Amo os enemies to love, a tensão entre pessoas, a conquista aos poucos e a descoberta do amor em meio à raiva. Não gosto de clichês de gravidez inesperada, contraceptivo que falhou, entre outros. Não me chamam atenção.
8. Qual foi o livro que te fez chorar (ou quase)? Você costuma se emocionar com histórias?
Como Eu Era Antes de Você e Meu Lugar.
Sim, as histórias costumam me emocionar.
9. Como você vê a relação entre literatura e atualidade? Algum livro te ajudou a entender melhor o mundo?
A literatura e a atualidade estão ligadas. Muitos livros trazem, através de histórias, críticas sociais sobre política, preconceito e classes sociais.
10. Você tem alguma mania de leitora?
Não dobro páginas; gosto de manter meus livros com aspecto de novos.
11. Se pudesse indicar um único livro para todas as pessoas do mundo lerem, qual seria — e por quê?
É Assim que Acaba, porque traz uma mensagem muito importante: a escolha de se amar, de quebrar ciclos. Quem já viveu ou presenciou violência doméstica sabe a importância de dar um basta, de não romantizar agressões e valorizar o amor próprio, evitando dependência emocional.
12. Planos para o futuro e redes sociais.
Continuar espalhando o amor pela literatura, firmar parcerias com livrarias e autores nacionais.
Lucicleia mostra como a literatura pode ser um espaço de descoberta, reflexão e emoção. Seu perfil @diarioliterariolu transforma leituras em experiências compartilhadas, inspirando outros a se conectar com livros de todos os gêneros. Entre thrillers psicológicos, romances e clássicos, ela ensina que cada livro é uma oportunidade de aprender, sentir e crescer.


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