Marcelo Motta

INTRODUÇÃO – (PARTE-III)

Marcelo Motta

 

MARCELO MOTTA

 

“Até mesmo para uma árvore há esperança.
Se for decepada, brotará novamente…
Morrendo o varão vigoroso pode ele viver novamente”?
Moisés – Profeta Ungido de Deus.

 

       A estrada da vingança é sombria e solitária; e sentimos isso arder de forma insana em nossos corações. E aquele vazio que se faz na nossa alma, é como fosse um poço sem fundo, assim, nos dá a impressão que este jamais irá se preencher. Isso nos apavora e faz nascer um medo o qual nunca cogitamos existir, e, na verdade, isso é bem normal, pois o medo é um dos atributos que nos faz humano.
      O medo é inerente ao corpo. A bravura e a coragem, a ALMA e esta se faz responsável pelas ondas e marés de sentimentos e emoções que habita o intimo do corpo físico, assim, na sua razão de ser, este corpo deveria obedecer à lei maior da alma, pois é nela que repousa o enigma da vida.
      O corpo morre. Todos hão de morrer… E mesmo assim sua essência há de retornar, e quando isto acontecer cada uma delas trará vestígios do momento e do tempo pretérito em que partiram.
       No entanto, enquanto existir um grão de humanidade, jamais existirá a tão sonhada paz, pois o Homem sempre arrancará suas raízes antes mesmo que esta paz venha a ser plantada, desta forma a alma sempre sofrerá em virtude da violência e desobediência praticada pelo corpo.
       “Digo a verdade: Enquanto existirem céus e terra, de forma alguma desaparecerá da Lei a menor, letra ou o menor traço, até que tudo se cumpra. Todo aquele que desobedecer a um desses mandamentos, ainda que dos menores, e ensinar os outros a fazerem o mesmo, será chamado menor no Reino dos céus; mas todo aquele que praticar e ensinar estes mandamentos será chamado grande no Reino dos Céus”. (Mateus 5-18:19).
      Logo no inicio desta citação bíblica consta a frase: “(…) Enquanto existirem CÈUS e terra(…)”. Não um Céu, mas vários, o que remete a vários planos existenciais além deste que vivemos. A frase não é minha, é bíblica, portanto, de Deus, acredito que assim faz-se claro o ponto que abordei e continuarei abordando.

    Corpo e alma possuem seus atributos e seus fardos. Cada um deles com seu devido grau de culpa, ora e vez estes fardos se misturam e fica quase impossível discernir qual deles pertence a qual natureza: física ou divina.
    Se a alma pudesse “pensar” este a elevaria a um nível tal – que os mais sutis desejos do corpo nada significariam. Os desejos formam-se e estes podem ou não se transformarem em defeitos ou qualidades. Então surge o prazer de um céu profundo, eis a alma na sua mais concisa metamorfose.
    Enquanto o corpo ganha ares de um chão estrelado dotado de impressões de cristais encantados, assim, ambos concluem sua trajetória, a qual é a maior das dádivas, o encontro do amor perfeito, mas nem sempre é assim que se dá, geralmente é ao contrário.
    Assim, do somatório de duas equações: a do corpo e a da consciência – conseguimos extrair o resultado final: A alma. Ela é a incógnita mais precisa que elevada à enésima potencia traz à tona a única certeza do existir, que o corpo morre, entretanto, que continuamos fluindo pelo fio do tempo, e, portanto, existindo…

“O corpo é tempestade. A alma é calmaria”
Marham Tarham. *

(Continua)…

Extraído do Livro A SEMENTE DO EXISTIR (Capitulo 02)
da autoria de Marcelo Motta.
Protocolo do Requerimento Nº 2018RJ__380 (459 folhas/Páginas).
Dados do requerente: Marcelo Jorge Pires Motta (Autor).
Esta obra foi devidamente registrada pela autoridade competente.
Portador da matricula SIAPE: 2062005 na data de 09 de maio de 2018.

OBS: Estou procurando uma Editora
que possa me oferecer o contrato padrão de dez por cento de capa,
para a realização deste e de outros livros da minha autoria.

 

 

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